Sindicato de Agentes de Trânsito visita gabinete

Sindicato de Agentes de Trânsito visita gabinete

jan 24, 2013

Nesta quarta-feira (23/01), recebemos a visita de dirigentes do Sindicato dos Agentes de Fiscalização de Trânsito e Transporte de Porto Alegre (SINTRAN) para tratar melhorias na Empresa Pública de Transporte e Circulação – EPTC e demandas de seus trabalhadores.

O presidente da entidade, Carlos Silveira, e um dos diretores do Sintran, Rodrigo Alves Borba, solicitaram apoio do vereador em questões funcionais dos agentes de trânsito, entre elas: a implementação do Plano de Carreira dos funcionários da EPTC e a instituição de um processo administrativo na Empresa – para garantir o devido processo legal, por exemplo, em eventuais atos de demissão. Segundo Sgarbossa, as demandas são legítimas, sobretudo a que institui o processo administrativo. “Pois com ele, evita-se penalidades injustificadas e demissões sumárias, garantindo a defesa legal dos trabalhadores da EPTC”, afirmou o vereador.

 

Além disso, o Sindicato solicitou a parceria do vereador para lutar pela regulamentação do artigo 24 da Lei Orgânica de Porto Alegre que prevê que as instituições da Administração Indireta tenham nas respectivas diretorias, um representante dos empregados eleito por eles de forma direta. “Isso ainda não acontece porque o Executivo não regulamenta a lei, precisamos fazer uma pressão política e queremos contar com o respaldo do vereador”, pediu Alves Borba. Sgarbossa garantiu que irá ajudar no que for necessário para encaminhar as demandas da categoria, inclusive com um Pedido de Informações, expedido pelo Legislativo, para tratar do Plano de Carreira e da regulamentação do Artigo 24. Inclusive solicitar o balanço anual das atividades da EPTC.

Outras preocupações levantadas pelo Sindicato dizem respeito à falta de infraestrutura e de mobilidade urbana no entorno da Arena do Grêmio, no bairro Farrapos. Conforme os representantes da entidade, a região está abandonada, pois nenhuma melhoria ou contrapartida foram feitas por parte da construtora que edificou o empreendimento. “A Arena foi construída em um nível acima do bairro, o que ocasionou, além de problemas de mobilidade, problemas sociais e ambientais”. afirmou Borba Alves.